Detalhes
Adalat Oros 60mg c/ 15 Comprimidos
Núm.
ADALAT®
Oros
Nifedipina
Via
Oral
FORMA
FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Adalat®
Oros é apresentado na forma de comprimidos com 20, 30 e 60 mg de
nifedipina, em embalagens contendo 15 comprimidos.
USO
ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada
comprimido contém:
Adalat®
Oros 20
20
mg de nifedipina
Adalat®
Oros 30
30
mg de nifedipina
Adalat®
Oros 60
60
mg de nifedipina
Componentes
inertes: HPM-celulose, estearato de magnésio, óxido de
polietileno, cloreto de sódio, óxido de ferro, acetato de
celulose e macrogol.
INFORMAÇÃO
AO PACIENTE
Adalat®
Oros é um medicamento destinado ao tratamento da angina do peito
e da pressão alta e sua ação inicia-se 3 a 4 horas após a sua
ingestão.
A
substância ativa de Adalat® Oros é sensível à luz. Por isso,
deve-se guardar o produto em lugar fresco, com os comprimidos
dentro do frasco escuro, para os proteger da luz e somente os
retirar, imediatamente antes do uso, para evitar-se a umidade.
Não os expor à luz solar. Adalat® Oros somente poderá ser
utilizado até o vencimento do seu prazo de validade de 2 anos,
pois após essa data perde sua eficácia.
O
tratamento com este medicamento deve ser interrompido se ocorrer
gravidez e somente restabelecido, se indicado, após o término
da amamentação. Informe a seu médico a ocorrência de gravidez
na vigência do tratamento ou após o seu término e também se
estiver amamentando.
O
comprimido de Adalat® Oros deve ser tomado inteiro, com um pouco
de líquido, independentemente das refeições. Os comprimidos
não devem ser partidos ou mastigados.
O
comprimido de Adalat® Oros possui um revestimento não
absorvível pelo organismo, o que permite a liberação lenta da
nifedipina. Quando essa liberação se completa, o comprimido
vazio é eliminado nas fezes. Siga a orientação do seu médico,
respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico, pois a
interrupção leva ao retorno de sinais e sintomas.
Efeitos
colaterais ocorrem predominantemente no início do tratamento e
são em geral leves e transitórios. Dor de cabeça, tontura,
rubor no rosto, sensação de cansaço e de calor, palpitações,
constipação intestinal e inchaço das pernas podem ocorrer
ocasionalmente.
Em
casos isolados, mal-estar, dor abdominal, diarréia, boca seca,
ânsia de vômito, reações da pele, redução da pressão
arterial abaixo do normal, dor no peito, taquicardia, insônia,
nervosismo e aumento da freqüência urinária têm sido
observados, especialmente após altas doses. Informe ao seu
médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. O
tratamento com Adalat® Oros exige avaliações médicas
regulares.
TODO
MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
A
ingestão de álcool durante o tratamento pode diminuir a
capacidade de reação: cuidado ao dirigir veículos ou trabalhar
com máquinas. A administração de Adalat® Oros junto com suco
de toranja (grapefruit) pode aumentar o efeito diminuidor da
pressão.
O
efeito de Adalat® Oros pode ser aumentado se for administrado
junto com outras drogas para o tratamento da pressão alta ou do
coração, ou pode ser diminuído quando, por exemplo, for tomado
junto com o antibiótico rifampicina. Informe seu médico sobre
qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou
durante o tratamento.
Adalat®
Oros não deve ser usado por pacientes com pressão baixa, com
insuficiência cardíaca ou com estreitamento gastrintestinal,
pois podem ocorrer sintomas de obstrução. Em pacientes com
alteração da função hepática, pode ser necessário
reduzir-se a dose.
NÃO
TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.
INFORMAÇÕES
TÉCNICAS
A
nifedipina é um antagonista de cálcio que inibe o influxo de
íons-cálcio nas células miocárdicas e nas células da
musculatura lisa das artérias coronárias e da vascularização
periférica.
A
nifedipina dilata as artérias coronárias, aumentando o fluxo
sangüíneo pós-estenótico, melhorando o suprimento de
oxigênio ao miocárdio, ao mesmo tempo em que diminui o consumo
do oxigênio miocárdico por redução da pós-carga.
Conseqüentemente, Adalat® Oros reduz a freqüência e
intensidade das crises de angina. Em uso prolongado, Adalat®
Oros previne o desenvolvimento de novas lesões ateroscleróticas
na artéria coronária.
A
nifedipina dilata os vasos arteriais periféricos, reduzindo a
resistência vascular e ocasionando a queda da pressão arterial
elevada.
Os
comprimidos de Adalat® Oros foram desenvolvidos para que a
substância ativa seja liberada no intestino numa taxa constante
por um período de 16 a 18 h, e absorvida em 90% ou mais na
porção superior do intestino delgado. A duração da ação é
de 24 h. A nifedipina é liberada a partir do comprimido através
de um processo osmótico, independente do pH ou da motilidade
gastrintestinal. Após a ingestão do comprimido, os componentes
inertes da formulação permanecem intactos durante o trânsito
gastrintestinal e são eliminados nas fezes sob forma de uma
espécie de cápsula insolúvel.
Concentrações
séricas máximas são alcançadas 5,5 h a 6 h após
administração da primeira dose. A meia-vida de eliminação
terminal é de cerca de 1,7 a 3,4 h para a formulação
convencional (cápsulas). A nifedipina é excretada na forma de
seus metabólitos predominantemente por via renal, e cerca de 5 -
15% são excretados por via biliar nas fezes.
INDICAÇÕES
-
Hipertensão arterial.
-
Doença arterial coronária. Angina do peito crônica estável
(angina de esforço).
CONTRA-INDICAÇÕES
Choque
cardiovascular e hipersensibilidade à nifedipina. A nifedipina
não deve ser usada em associação com a rifampicina, pois
graças à indução enzimática, podem não ser atingidos os
níveis plasmáticos eficientes de nifedipina.
GRAVIDEZ
E LACTAÇÃO
A
nifedipina é contra-indicada durante a gravidez, uma vez que sua
administração em animais foi associada a efeitos
embriotóxicos, fetotóxicos e teratogênicos. Nesses estudos em
animais, todas as doses relacionadas com os efeitos mencionados
induziram também toxicidade materna e correspondem a níveis
muito acima da dose máxima recomendada para uso humano. Não há
estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas.
A
nifedipina é eliminada no leite materno. Como não há
experiência dos efeitos sobre o lactente, a amamentação
deverá ser suspensa se o tratamento com a nifedipina se tornar
necessário.
Fertilidade
Em
casos isolados de fertilização in vitro, o uso de antagonistas
do cálcio como a nifedipina foi associado a alterações
bioquímicas reversíveis do núcleo do espermatozóide, que
podem resultar em disfunção espermática. Nos homens que,
repetidamente, não têm sucesso em gerar uma criança por
fertilização in vitro, e quando não há outras causas que
justifiquem o insucesso, a nifedipina deve ser considerada como
causa da falha.
ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
Pacientes
com níveis de pressão arterial muito baixos (pressão
sistólica inferior a 90 mmHg) ou com estenose aórtica grave
necessitam de cuidados adicionais. Como com outras substâncias
vasoativas, podem ocorrer muito raramente ataques anginosos no
início do tratamento com nifedipina.
Têm-se
documentado casos isolados de infarto do miocárdio, ainda que
não seja possível diferenciá-los da história natural da
doença aterosclerótica coronariana.
Da
mesma forma que com outros materiais não deformáveis, deve-se
ter cautela ao administrar-se Adalat® Oros a pacientes com
estreitamento gastrintestinal grave pré-existente, uma vez que
podem ocorrer sintomas obstrutivos. Em casos isolados, foram
descritos sintomas obstrutivos sem história de doença
gastrintestinal.
Adalat®
Oros não deve ser utilizado em paciente com bolsa de Kock
(ileostomia após proctocolectomia).
Adalat®
Oros pode levar à interpretação de resultado falso-positivo no
exame de raios-X contrastado com bário (por exemplo, defeitos de
preenchimento interpretados como pólipos).
Como
anteriormente citado no item "Gravidez e lactação",
Adalat® Oros é contra-indicado durante a gravidez. Contudo, se
seu emprego em mulher grávida for absolutamente necessário,
deve-se ter cautela ao administrar nifedipina em associação com
sulfato de magnésio intravenoso.
Monitoração
cuidadosa deve ser efetuada em pacientes com disfunção
hepática e, em casos graves, pode ser necessária redução da
dose.
INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
O
efeito anti-hipertensivo da nifedipina pode ser potencializado
por outras drogas anti-hipertensivas. Monitoração cuidadosa do
paciente está indicada quando da administração simultânea de
nifedipina e betabloqueadores, pois pode ocorrer hipotensão
significativa. Adalat® Oros não impede a possível ocorrência
de efeito rebote após a suspensão do tratamento com outro
agente anti-hipertensivo. Também é conhecido o fato de que pode
desenvolver-se insuficiência cardíaca em casos isolados.
A
nifedipina é metabolizada através do sistema citocromo P450
3A4, localizado tanto na mucosa intestinal quanto no fígado.
Drogas conhecidas por inibir ou induzir esse sistema enzimático
podem, portanto, alterar o efeito de primeira passagem (após a
administração oral) ou o clearance da nifedipina.
Digoxina:
O uso associado de nifedipina e digoxina pode levar à redução
do clearance da digoxina e, conseqüentemente, aumento de sua
concentração plasmática. O paciente deve ser monitorado quanto
aos sintomas de superdose de digoxina e, se necessário, a dose
desta deve ser reduzida, levando-se em consideração suas
concentrações plasmáticas.
Quinidina:
Em casos isolados, observou-se queda no uso concomitante com
nifedipina no nível de quinidina, assim como após a
interrupção da nifedipina, aumento do nível plasmático de
quinidina. Portanto, no caso de adição ou interrupção da
nifedipina, no tratamento com quinidina, a concentração desta
deve ser monitorada, podendo ser necessário o ajuste da dose. A
pressão arterial deve ser cuidadosamente monitorada, se a
quinidina for adicionada à terapêutica com nifedipina. Caso
necessário, a dose de nifedipina deverá ser diminuída.
Rifampicina:
Induz acentuadamente o sistema citocromo P450 3A4. Quando da
administração simultânea com rifampicina, a biodisponibilidade
da nifedipina é reduzida e, portanto, sua eficácia diminui. O
uso de nifedipina em associação com a rifampicina é, portanto,
contra-indicado.
Fenitoína:
Uma possível redução da biodisponibilidade da nifedipina com
acometimento clínico deve ser considerada no uso associado.
Diltiazem:
Diminui o clearance da nifedipina. A administração concomitante
de ambas as drogas deve ser feita com cautela e, nesses casos,
pode-se considerar uma redução na dose de nifedipina.
Cimetidina
e suco de toranja (grapefruit): Inibem o sistema citocromo P450
3A4. A ingestão concomitante de suco de toronja e nifedipina ou
cimetidina e nifedipina resulta em concentrações plasmáticas
elevadas da nifedipina, graças ao aumento da biodisponibilidade
da droga, podendo, conseqüentemente, causar maior efeito
hipotensor.
Quinupristina/dalfopristina
e cisaprida: na administração simultânea de nifedipinae
quinupristina/dalfopristina ou nifedipina e cisaprida, pode
oocorrer aumento da concentração plasmática de nifedipina,
devendo-se portanto, monitorar a pressão sangüínea e, se
necessário, considerar a redução da dose de nifedipina.
Potenciais
interações teóricas:
Apesar
de não haver estudos formais de investigação do potencial de
interação entre a nifedipina e uma das substâncias, quando
associadas, devem ser considerados os possíveis efeitos: aumento
da concentração plasmática da nifedipina, quando esta for
associada a eritromicina, ácido valpróico,
cetoconazol/itraconazol/fluconazol; redução da concentração
plasmática da nifedipina, quando esta for associada a
carbamazepina ou fenobarbital; a necessidade de redução da dose
de tracomilus.
Ausência
de interações medicamentosas
A
administração concomitante de nifedipina e, respectivamente, de
ajmalin, benazepril, debrisoquina, doxazosina, omeprazol,
orlistat, pantoprazol, ranitidina, rosiglitazona, talinolol e
hidroclorotiazida triantereno não tem efeito sobre a
farmacocinética da nifedipina. A administração concomitante de
nifedipina e, respectivamente candesartan cilexetila ou
cerivastatina não tem efeito sobre a farmacocinética de
qualquer das substâncias. A administração simultânea de
nifedipina e ibesartano não tem efeito sobre a farmacocinética
deste.
Aspirina:
A administração concomitante de nifedipina e 100 mg de aspirina
não produz efeito sobre a farmacocinética da nifedipina ou
alteração do efeito da aspirina sobre a agregação
plaquetária e o tempo de sangramento.
Outras
formas de interação
A
nifedipina pode causar um falso aumento dos valores de ácido
vanililmandélico urinário determinados
espectrofotometricamente. Contudo, as determinações feitas por
HPLC não são afetadas. Antagonistas como a nifedipina devem ser
sconsiderados como causas possíveis.
Efeitos
sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Reações
à droga, que variam em intensidade de indivíduo para
indivíduo, podem reduzir a capacidade de dirigir veículos ou
controlar máquinas. Isso pode ocorrer sobretudo no início do
tratamento, na mudança de medicação ou sob ingestão
alcoólica simultânea.
REAÇÕES
ADVERSAS
Nos
estudos clínicos realizados, as seguintes reações adversas
foram documentadas e estão classificadas por freqüência, a
saber:
| Incidência entre 1% e < 10% |
| Geral: astenia, edema e cefaléia. |
Sistema digestivo: constipação. |
| Sistema cardiovascular: edema periférico,
vasodilatação e palpitação |
Sistema nervoso: tontura. |
| |
|
| Incidência entre 0,1% e < 1% |
| Geral: dor abdominal, dor no peito, dor na
perna, mal-estar e dor. |
Sistema nervoso: insônia,
nervosismo, parestesia, sonolência e vertigem |
| Sistema cariovascular: hipotensão,
hipotensão postural, taquicardia e síncope |
Sistema respiratório: dispnéia |
| Sistema digestivo diarréia , boca seca,
dispepsia, flatulência e náusea |
Pele e anexos: prurido, erupção
cutânea . |
| Sistema músculo-esquelético: cãibras nas
pernas |
Sistema urogenital: noctúria e
poliúria |
| |
|
| Incidência entre 0,01% e < 0,1% |
| Geral: reação alérgica, dor no peito
subesternal, calafrios, febre e edema da face. |
Sistema nervoso: hipoestesia,
distúrbios do sono e tremor |
| Sistema cardiovascular: angina pectoris
(exeto a instável) e distúrbio cardiovascular. |
Sistema respiratório: epistaxe Pele e anexos:
angioedema, exantemas maculopapular, pustular e
vesiculobolhosa, perspiração e urticária.
|
| Sistema digestivo: anorexia, eructação,
transtornos gastrintestinais, gengivite, hiperplasia
gengival, aumento de TGG, alterações dos testes de
função hepática e vômito |
Órgãos do sentido: alterações
da visão, dor e distúrbios oculares. |
| Sistema músculo-esquelético: artralgia,
distúrbios articularese mialgia. |
Sistema urogenital: disúria,
freqüência urinária aumentada |
As
reações adversas mais comuns coletadas com base em relatos
espontâneos e classificadas pro freqüência, são:
| Incidência < 0,01% |
| Geral: reação anafilática |
Sistema músculo-esquelético: câibras
musculares |
| Sistema digestivo: bezoar, disfagia,
esofagite, transtornos gengivais, obstrução intestinal,
úlcera intestinal, icterícia e aumento da TGP |
Pele e anexos: dermatite esfoliativa,
ginecomastia e dermatite fotossensitiva Órgãos do
sentido: visão embaçada.
|
| Sistema linfático e sangüíneo: leucopenia
e púrpura. |
Distúrbios metabólicos e nutricionais:
hiperglicemia e perda de peso. |
Nos
pacientes em diálise, com hipertensão malígna e hipovolemia,
pode ocorrer queda significativa da pressão arterial como
resultado da vasodilatação.
POSOLOGIA
Sempre
que possível, o tratamento deve ser individualizado.
Dependendo
do quadro clínico em cada caso, a dose básica deve ser
introduzida gradualmente. Em pacientes com disfunção hepática,
deve-se fazer monitoração cuidadosa e, em casos graves, a
redução da dose pode ser necessária.
Salvo
prescrição médica em contrário, as seguintes doses são
recomendadas em adultos:
1.
Arteriopatia coronária
Angina
do peito estável (angina de esforço)
2.
Hipertensão
1
comprimido de Adalat® Oros 20, 1 x ao dia (1 x 20 mg/dia)
1
comprimido de Adalat® Oros 30, 1 x ao dia (1 x 30 mg/dia) 1
comprimido de Adalat® Oros 60, 1 x ao dia (1 x 60 mg/dia)
Em
geral, o tratamento deve ser iniciado com 30 mg ao dia. Uma dose
inicial de 20 mg, uma vez ao dia, pode ser considerada quando
prescrita pelo médico. Doses de 40 mg ou 50 mg podem ser obtidas
pela combinação de comprimidos de 20 mg + 20 mg ou 20 mg + 30
mg. Dependendo da gravidade da doença e da resposta do paciente
a dose pode ser aumentada gradualmente até 120 mg, uma vez ao
dia.
Administração
O
comprimido de Adalat® Oros deve ser deglutido inteiro, com um
pouco de líquido, independentemente das refeições. Os
comprimidos não devem ser mastigados ou partidos.
SUPERDOSE
Os
seguintes sintomas são observados nos casos de intoxicação
grave por nifedipina: alterações da consciência até coma,
hipotensão, taquicardia, bradicardia ou arritmias,
hiperglicemia, acidose metabólica, hipóxia e choque
cardiogênico com edema pulmonar.
No
tratamento, a eliminação da droga e o restabelecimento das
condições cardiovasculares são prioritárias.
No
caso de ingestão oral, indica-se a lavagem gástrica com ou sem
irrigação do intestino delgado. Particularmente nos casos de
intoxicação com formulações de liberação lenta, como a de
Adalat® Oros, a eliminação deve ser a mais completa possível,
incluindo o intestino delgado, para impedir-se a absorção
subseqüente da substância ativa.
A
hemodiálise não se aplica aqui, uma vez que a nifedipina não
é dialisável; contudo, a plasmaferese é aconselhável (alta
ligação às proteínas plasmáticas e volume relativamente
baixo de distribuição).
Alterações
da freqüência cardíaca (bradicardia) podem ser tratadas
sintomaticamente com simpatomiméticos e, nos casos em que tais
arritmias envolvam risco de vida, o uso temporário de
marca-passo é aconselhável.
A
hipotensão resultante do choque cardiogênico e da
vasodilatação arterial pode ser tratada com cálcio, 10 a 20 ml
de solução de gluconato de cálcio a 10%, EV, administrados
lentamente e repetidos, se preciso. Como resultado, os níveis
séricos de cálcio podem atingir os limites superiores da faixa
normal ou mesmo mostrarem-se ligeiramente elevados. Drogas como
isoprenalina, dopamina ou noradrenalina podem ser administradas,
quando necessário. As doses dessas drogas são determinadas pelo
efeito obtido.
A
reposição de volume ou líquidos deve ser feita considerando a
sobrecarga cardíaca.
Registros
MS-1.0429.0001 Farm. Resp.: Shidue Ishitani - CRF - SP no 5683
Fabricado por Bayer AG, Alemanha. Embalado e distribuído por
Bayer S.A. Rua Domingos Jorge, 1000 - São Paulo, SP CNPJ
33.018.748/0001-70 - Indústria Brasileira
VENDA
SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Serviço
de Atendimento ao Consumidor - 0800-121010 No do lote, validade e
data de fabricação: vide cartucho.