| AMYTRIL Cloridrato de Amitriptilina
FORMA FARMACÊUTICA:
Comprimidos
APRESENTAÇÃO:
Embalagens contendo 20 e
200 comprimidos
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO
COMPOSIÇÃO:
Cada comprimido contém:
Cloridrato de
Amitriptilina (DCB 0055.02-6) ... 25 mg
Excipiente q.s.p.
.................................................... 1
comp.
(Excipiente: amido de
milho, estearato de magnésio, polividona, celulose
microfina, dióxido de silício coloidal, croscarmelose
sódica, opadry amarelo)
INFORMAÇÃO AO PACIENTE
O produto é indicado nos
estados depressivos, inclusive quando acompanhado de
ansiedade.
Conservar a embalagem
fechada, à temperatura ambiente, entre 15º C e 30º C,
protegida da luz e umidade.
O prazo de validade é de
36 meses a partir da data de fabricação, impressa na
embalagem. Não utilize medicamento vencido.
Informe seu médico sobre
a ocorrência de gravidez ou se estiver grávida, durante
o tratamento com este medicamento, ou após o seu
término. Não deve ser usado se a paciente estiver
amamentando.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER
MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Dirigir veículos, operar
máquinas e outras atividades cujo risco aumenta pela
diminuição do estado de alerta, devem ser evitadas,
pois o medicamento pode comprometer o estado de alerta em
alguns pacientes.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O
CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA
SAÚDE.
Siga corretamente a
orientação médica, respeitando sempre os horários, as
doses e a duração do tratamento. Não interromper o
tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Durante o tratamento com o
produto o paciente não deve ingerir bebidas alcoólicas.
Informe seu médico sobre
o aparecimento de reações desagradáveis como
taquicardia, alterações psíquicas, insônia e
tremores.
INFORMAÇÃO TÉCNICA
A amitriptilina é um
antidepressivo com propriedades ansiolítica e sedativa.
Seu mecanismo de ação ainda é desconhecido, porém
não é uma inibidora da MAO e não age primariamente
pela estimulação do SNC. A amitriptilina inibe o
mecanismo da bomba da membrana responsável pela captura
da norepinefrina e serotonina nos neurônios
adrenérgicos e serotonérgicos. Farmacologicamente esta
ação pode potencializar ou prolongar a atividade
neuronal desde que a captura destas aminas biológicas é
importante fisiologicamente na atividade de transmissão.
Acredita-se que esta interferência na captura da
norepinefrina e/ou serotonina é a base da atividade
antidepressiva da amitriptilina.
A amitriptilina é
rapidamente absorvida e metabolizada. É excretada como
glicuronídeo ou sulfato conjugado de metabólitos, com
pouca alteração aparente na urina.
INDICAÇÕES
A Amitriptilina é
indicada no estado depressivo de todas as naturezas:
- depressões endógenas
uni ou bipolares, depressões de involução;
- depressões exógenas
psicogênicas, neuróticas, reacionais, situacionais;
- depressões
sintomáticas, secundárias à uma doença orgânica ou
psiquiátrica;
- depressões mascaradas,
que se exprimem em termos de problemas somáticos onde
figuram em primeiro lugar a insônia e a fadiga, às
vezes distúrbios funcionais digestivos ou
cardiorrespiratórios, algias.
- depressões
iatrogênicas devido aos neurolépticos, levodopa,
reserpina, etc.
Também é indicado no
tratamento da enurese em casos onde todas as patologias
orgânicas tenham sido excluídas.
CONTRA-INDICAÇÕES
A Amitriptilina é
contra-indicada em pacientes com hipersensibilidade à
droga ou aos componentes da fórmula. Não deve ser
ministrado simultaneamente com inibidores da MAO. Crises
hiperpiréticas, convulsões graves e mesmo óbito têm
ocorrido com pacientes recebendo antidepressivos
tricíclicos e inibidores da MAO simultaneamente.
Quando se deseja
substituir um inibidor da MAO com a amitriptilina,
deve-se esperar pelo menos 14 dias antes da
descontinuação do IMAO. A administração de
Amitriptilina deve então ser iniciada com aumento
gradativo das doses até se atingir a resposta ótima.
Não se recomenda a
utilização da droga durante a recuperação da fase
aguda do infarto do miocárdio e glaucoma de ângulo
estreito.
PRECAUÇÕES
A Amitriptilina pode
bloquear a ação da guanitidina ou de compostos
similares. Deve ser usado com cuidado em pacientes com
antecedentes convulsivos, com disfunção hepática, com
história de retenção urinária ou glaucoma de ângulo
estreito ou aumento de pressão intra-ocular. Em
pacientes com glaucoma de ângulo estreito, mesmo
pequenas doses podem precipitar um ataque. A
Amitriptilina quando em altas doses, pode produzir
arritmias, taquicardia sinusial e prolongamento do tempo
de condução. Também pode aparecer infarto do
miocárdio. Pacientes com hipertireoidismo tem que estar
sob estrita vigilância quando medicados com
Amitriptilina. Esta droga pode prejudicar a vigilância
além de intensificar a resposta do álcool, aos
barbitúricos e outros depressores do SNC. Pacientes que
fazem uso excessivo do álcool, podem ter potenciação
dos efeitos aumentando assim o risco inerente de
tentativa de suicídio ou superdosagem. Tem havido relato
de ocorrência de delírio quando há administração
simultânea de dissulfiram.
A administração do
produto a pacientes esquizofrênicos pode agravar os
sintomas psicóticos, e os maníaco-depressivos podem
experimentar tendência para a mania ou hipomania. Nestes
casos a dose de Amitriptilina deve ser reduzida ou um
tranqüilizante maior como a perfenezina deve ser
administrada. Quando se utiliza a Amitriptilina associada
com agentes anticolinérgicos ou simpatomiméticos
(epinefrina e/ou anestésicos locais) é necessária a
supervisão médica e cuidadoso ajuste posológico. Pode
ocorrer íleo paralítico em pacientes que tomam
antidepressivos tricíclicos em combinação com drogas
anticolinérgicas. Aconselha-se cautela nos pacientes que
estão recebendo simultaneamente doses de etclorvinol.
A possibilidade de
suicídio em pacientes deprimidos permanece durante o
tratamento e até que ocorra apreciável remissão.
Pacientes potencialmente suicidas, não devem ter acesso
a grandes quantidades deste produto, devendo as
prescrições ser as mínimas possíveis.
A administração
concomitante de Amitriptilina e terapia de eletrochoque
pode aumentar os riscos associados com esta terapia.
Estes tratamentos devem ser limitados apenas quando
estritamente essenciais ao paciente.
Quando possível, a droga
deve ser descontinuada vários dias antes de uma cirurgia
eletiva.
Pacientes em tratamento
com Amitriptilina devem ser avisados dos riscos em operar
máquinas ou dirigir veículos devido à possível
diminuição das habilidades mentais e/ou físicas.
Uso na gravidez: Não foi
estabelecida a segurança do uso de Amitriptilina na
gravidez e lactação.
A droga atravessa a
placenta. Embora a relação causal não tenha sido
estabelecida, alguns relatos de reações adversas têm
sido descritos, incluindo-se efeitos no SNC, deformidades
nas extremidades, ou demora no desenvolvimento de
crianças, cujas mães estiveram sob tratamento com
amitriptilina durante a gravidez. Portanto, ao
administrar-se o medicamento às gestantes, ou passíveis
de engravidar, deve-se pesar os riscos envolvidos contra
os benefícios esperados.
Amamentação: A droga é
excretada no leite materno. Devido ao potencial para
sérias reações adversas em crianças em fase de
amamentação, a decisão deve ser descontinuar a
amamentação ou o produto, levando-se em consideração
a necessidade do produto para a mãe.
Uso em pediatria: Em
razão da falta de experiência com o uso desta
substância em crianças, não se recomenda para os
menores de 12 anos.
INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
Outras drogas
antidepressivas: a amitriptilina tem uma potência tal,
que, ao serem acrescentados outros antidepressivos,
normalmente não resulta em qualquer benefício
terapêutico adicional. O uso combinado de
antidepressivos com modos variáveis de atividade deve
ser realizado com o devido reconhecimento da
possibilidade de potenciação para se evitar reações
indesejáveis.
Agentes Anticolinérgicos
/ Drogas Simpatomiméticas: Quando a amitriptilina é
administrada concomitantemente com agentes
anticolinérgicos ou drogas simpatomiméticas, incluindo
epinefrina combinada com anestésico local, há
necessidade de ajustes na posologia e acompanhamento
médico. Pode ocorrer paralisia do íleo paralítico em
pacientes tomando antidepressivos tricíclicos em
combinação com drogas anticolinérgicas. Pode ocorrer
hiperpirexia quando há administração de amitriptilina
com agentes anticolinérgicos ou com drogas
neurolépticas, particularmente durante o verão.
Cimetidina: Há relatos de
que o metabolismo hepático de certos antidepressivos
tricíclicos é reduzido pela cimetidina, diminuindo
assim a eliminação e aumentando as concentrações do
estado de equilíbrio destas drogas.
Guanitidina: A
amitriptilina pode bloquear a ação anti-hipertensiva da
Guanitidina ou de compostos de ação similar.
Dissulfiram: A
administração concomitante de amitriptilina e
dissulfiram pode provocar delírio.
Depressores do SNC:
Amitriptilina pode aumentar a resposta do álcool, os
efeitos dos barbitúricos e de outros depressores do SNC.
É aconselhável precaução se o paciente receber
concomitantemente grande dose de etclorvinol.
REAÇÕES ADVERSAS /
COLATERAIS
Em cada situação abaixo
descrita, as reações adversas estão descritas em ordem
decrescente de gravidade.
Poucas das reações
abaixo listadas estão relacionadas diretamente com esta
droga, porém a similaridade farmacológica entre os
depressivos tricíclicos requerem consideração destas
reações.
Cardiovascular: infarto do
miocárdio; icto cerebral; mudanças não específicas do
ECG e mudanças na condução atrioventricular; bloqueio
cardíaco; arritmias; hipotensão, particularmente a
hipotensão ortostática; síncope; hipertensão;
taquicardia; palpitação.
SNC e Neuromuscular: coma;
convulsão; alucinações; delírio; estados
confusionais; desorientação; incoordenação; ataxia;
tremores; neuropatia periférica; torpor; formigamento;
parestesias das extremidades; sintomas extrapiramidais
incluindo movimentos involuntários anormais; movimentos
e discinesia tardia; disartria; distúrbio de
concentração; excitação; ansiedade; insônia;
inquietação; pesadelos; sonolência; vertigem;
fraqueza; fadiga; cefaléia; síndrome de secreção do
hormônio antidiurético inadequada; tinido; alteração
nos padrões do EEG.
Anticolinérgico: íleo
paralítico, hiperpirexia, retenção urinária,
dilatação do trato urinário, constipação, turvação
visual, distúrbios da acomodação, aumento da pressão
intra-ocular, midríase, secura da boca.
Alérgico: rash cutâneo,
urticária, fotossensibilização, edema da face e
língua.
Hematológico: depressão
da medula óssea incluindo agranulocitose, leucopenia,
trombocitopenia; púrpura, eosinofilia.
Gastrointestinal:
raramente hepatite, incluindo-se função hepática
alterada e icterícia; náusea; desconforto epigástrico;
vômito; anorexia; estomatite, alteração do paladar;
diarréia; tumefação da parótida; língua negra.
Endócrino: no homem
tumefação testicular e ginecomastia; na mulher: aumento
das mamas e galactorréia; aumento ou diminuição da
libido; impotência; aumento ou diminuição dos níveis
de açúcar no sangue.
Outros: alopecia; edema;
aumento ou perda de peso; freqüência urinária; aumento
da perspiração.
Sintomas de abstinência:
a interrupção abrupta do tratamento após
administração prolongada pode produzir náusea,
cefaléia e mal-estar. A redução gradual da posologia
pode produzir, em duas semanas, sintomas transitórios
como irritabilidade, inquietação e distúrbios do sonho
e sono.
Esses sintomas não são
indicativos de adicção. Raros casos de mania ou
hipomania foram relatados, ocorrendo dentro de 2 a 7 dias
após a interrupção da terapia crônica com os
antidepressivos tricíclicos.
Na Enurese: As doses de
Amitriptilina recomendadas no tratamento da enurese são
baixas, se comparadas com as que se utilizam no
tratamento da depressão, ainda que considerando as
diferenças de idade e de peso. Não se deve exceder a
dose recomendada. Consequentemente , os efeitos
colaterais são ainda menos freqüentes do que os
observados quando se utiliza o medicamento no tratamento
da depressão. Os efeitos colaterais mais comuns são:
sonolência, efeitos anticolinérgicos, moderada sudorese
e prurido, que ocorrem com pouca freqüência.
POSOLOGIA
Dosagem: - a dosagem
deverá ser iniciada em nível baixo a ser gradualmente
aumentada, notando-se cuidadosamente a resposta clínica
e qualquer sinal de intolerância.
Posologia Inicial para
Adultos em Ambulatório: - 75 mg/dia em doses fracionadas
podendo ser aumentada até 150 mg/dia. A atividade
antidepressiva aparece dentro de 3 a 4 dias ou até 30
dias para desenvolver-se totalmente. Um método
alternativo pode ser o de iniciar o tratamento com 50 a
100 mg à noite, ao deitar-se, podendo ser aumentada de
25 a 50 mg por noite até 150 mg/dia.
Posologia de Manutenção
para Adultos em Ambulatório: - 50 a 100 mg/dia, de
preferência à noite em uma única dose. Alcançada a
melhora, reduzir até a mínima dose necessária.
Posologia para Pacientes
Hospitalizados: - início de 100 mg/dia, gradualmente
aumentados segundo a necessidade até 200 mg/dia. Alguns
pacientes necessitam de 300 mg/dia.
Posologia para
Adolescentes e Idosos: - início com doses baixas,
geralmente 50 mg/dia em doses fracionadas.
Uso em crianças: - em
razão da falta de experiência com este medicamento na
terapia da depressão infantil, não se recomenda o uso
em menores de 12 anos.
Uso na Enurese: 10 mg à
noite ao deitar-se ou aumentando-se segundo as
necessidades, levando-se em consideração o peso e a
idade do paciente.
SUPERDOSAGEM
Pode ocorrer óbito com a
superdosagem com esta classe de drogas. A ingestão
múltipla de drogas, incluindo o álcool, é comum na
superdosagem deliberada de antidepressivos tricíclicos.
Os sinais e sintomas de toxicidade desenvolvem-se
rapidamente, havendo necessidade o mais rápido possível
de monitoramento hospitalar. As manifestações clínicas
de superdosagem incluem: disritmias cardíacas,
hipotensão grave, convulsões e depressão do SNC
incluindo coma. Mudanças no eletrocardiograma são
indicações clínicas significativas de toxicidade com
antidepressivo tricíclico. Outros sinais podem incluir
contractilidade diminuída do miocárdio, confusão;
concentração perturbada, alucinações visuais
transitórias, pupilas dilatadas, desordens da motilidade
ocular, agitação, reflexos de hiperatividade,
poliradiculoneuropatia, estupor, sonolência, rigidez
muscular, vômito, hipotermia, hiperpirexia ou qualquer
um dos sintomas descritos em Reações Adversas.
Tratamento: Deve ser feito
um ECG e iniciar imediatamente o monitoramento cardíaco.
Proteger as vias aéreas do paciente, estabelecer uma
linha intravenosa e iniciar a descontaminação
gástrica. Esta descontaminação inclui lavagem
gástrica com grandes volumes, seguida de administração
de carvão ativado. Se o estado de consciência estiver
prejudicado as vias aéreas devem ser asseguradas antes
da lavagem. A emese é contra-indicada. Deve haver um
mínimo de 6 horas de observação com monitoramento
cardíaco e para os sinais de depressão respiratória ou
do SNC, hipotensão, disritmias cardíacas e/ou bloqueios
de condução e convulsões. O monitoramento deve ser
estendido caso hajam sinais de toxicidade no período,
pois existem relatos de disritmias fatais tardias após a
superdosagem; estes pacientes apresentaram evidências
clínicas de envenenamento significativo antes do óbito
e a maioria não recebeu descontaminação
gastrointestinal adequada. O monitoramento cardíaco deve
ser mantido por pelo menos 5 dias.
Para a manutenção do pH
sérico entre 7,45 a 7,55 deve-se administrar bicarbonato
de sódio IV. Se a resposta ao pH for inadequada, a
hiperventilação pode também ser usada. O uso
simultâneo de hiperventilação e bicarbonato de sódio
deve ser feito com extremo cuidado e com monitoramento
contínuo do pH. O pH > 7,6 ou o pCO2 < 20 mm Hg
não é desejável. As disritmias que não respondem à
terapia bicarbonato de sódio / hiperventilação podem
responder à lidocaína, bretílio ou fenitoína. Os
antiarrítmicos tipo quinidina, disopiramida e
procainamida são geralmente contra-indicados.
Em pacientes com
depressão do SNC, a intubação rápida é aconselhada
devido ao potencial para a deterioração abrupta. As
convulsões devem ser controladas com benzodiazepínicos,
ou se não forem efetivos, com outros anticonvulsivantes
como fenobarbital ou fenitoína. A fisostigmina não é
recomendada a não ser que hajam sintomas de risco de
vida que não responderam a outras terapias e nesse caso
devem ser administrados via IV de 1 a 3 mg de salicilato
de fisostigmina, repetindo-se a dose se necessário.
Raramente a hemoperfusão
pode ser benéfica na instabilidade cardiovascular
refratária aguda em pacientes com toxicidade aguda.
Entretanto, a hemodiálise, a diálise peritoneal ,
transfusões e diurese forçada têm sido relatadas em
geral como inefetivas no envenenamento por
antidepressivos tricíclicos.
Pelo fato de a
superdosagem ser freqüentemente deliberada, os pacientes
podem tentar o suicídio através de outros meios durante
a fase de recuperação. Deve haver acompanhamento
psiquiátrico.
PACIENTES IDOSOS
Pacientes idosos são, em
geral, mais sensíveis aos efeitos tóxicos sistêmicos.
O uso nesses pacientes deverá ser cauteloso e as doses
deverão ser reduzidas.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM
RETENÇÃO DA RECEITA
N.º do lote, data de
fabricação e prazo de validade: vide cartucho
Reg. MS n.º : 1.0298.0225
Farm. Resp.: Dr. Joaquim
Anselmo dos Reis CRF-SP N.º 5061
Cristália Produtos
Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, Km
14 - Itapira - SP
C.G.C. n.º
44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira
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