| AKINETON® Cloridrato de Biperideno
Apresentações:
2 mg - comprimidos -
Embalagem com 20, 40 e 80 unidades
4 mg retard - comprimidos
revestidos - Embalagem com 15, 30 e 45 unidades
5 mg/ml - solução
injetável - Embalagem com 5 ampolas de 1 ml.
USO ADULTO: Akineton®
comprimido 2mg, comprimido retard 4mg e solução
injetável.
USO PEDIÁTRICO:
Akineton® comprimido 2 mg e solução injetável.
Composição:
? Comprimido - 2 mg:
Cada comprimido contém:
Cloridrato de biperideno
............... 2 mg
Excipientes: amido de
milho, celulose microcristalina, estearato de magnésio,
lactose, polivinilpirrolidona e talco.
? 4 mg retard comprimidos
revestidos:
Cada comprimidos
revestidos contém:
Cloridrato de biperideno
............... 4 mg
Excipientes: água
purificada, amido de milho, celulose microcristalina,
cera de carnaúba, dióxido de silício, docusato de
sódio, estearato de magnésio, lactose,
hidroxipropilcelulose, hidroxipropilmetilcelulose,
polietilenoglicol, polivinilpirrolidona, talco, e
corantes: dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo.
? Solução injetável:
Cada ampola de 1 ml
contém:
Lactato de biperideno
.................. 5 mg
Excipientes: água
bidestilada e lactato de sódio.
INFORMAÇÃO AO PACIENTE:
Ação esperada do
medicamento: este produto é um agente anticolinérgico,
usado primariamente no tratamento das reações
extrapiramidais-neuroléptica-induzidas e como
medicamento adjuvante na terapia da doença de Parkinson.
Produz seus benefícios através da inibição dos
receptores colinérgicos estriatais, restabelecendo o
equilíbrio entra as concentrações de acetilcolina e
dopamina no corpo striatum. Sua ação terapêutica pode
ser observada cerca de 2.5 h após a administração
oral.
Cuidados de armazenamento:
este medicamento deve ser guardado dentro da embalagem
original, à temperatura ambiente (15 a 30º C) e
protegido da umidade.
Prazo de validade: ao
adquirir medicamento confira sempre o prazo de validade
impresso na embalagem externa do produto. O prazo de
validade é de 42 meses para os comprimidos e de 36 meses
para a solução injetável .
NUNCA USE MEDICAMENTOS COM
PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.
Gravidez e lactação:
informe imediatamente ao médico se houver suspeita de
gravidez, durante ou após o uso da medicação. Informe
ao médico se estiver amamentando.
Cuidados de
administração: os comprimidos devem ser ingeridos com
um pouco de líquido, preferencialmente durante ou após
uma refeição. Siga a orientação do seu médico,
respeitando sempre os horários, as doses e a duração
do tratamento.
Interrupção do
tratamento: não interromper o tratamento sem o
conhecimento do seu médico.
Reações desagradáveis:
informe ao médico o aparecimento de reações
desagradáveis. Pode ocorrer: cansaço, obnubilação,
agitação, secura da boca, sonolência, retenção
urinária, constipação e transtornos gástricos.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER
MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com
outras substâncias: não ingerir biperideno
concomitantemente com bebidas alcoólicas.
Contra-indicação:
alergia ao biperideno ou a qualquer componente do
produto.
Precauções: informe
sempre ao médico sobre possíveis doenças cardíacas,
renais, hepáticas ou outras que esteja apresentando,
para receber uma orientação cuidadosa.
Informar ao médico sobre
qualquer medicamento que esteja tomando, antes do início
ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado
durante o primeiro trimestre da gravidez e durante a
lactação.
Durante o tratamento com
biperideno, o paciente não deve dirigir veículos ou
operar máquinas, pois a sua habilidade e atenção podem
estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O
CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A
SAÚDE.
INFORMAÇÃO TÉCNICA:
FARMACOLOGIA CLÍNICA:
Ação farmacológica -
mecanismo de ação:
Akineton® contém como
princípio ativo o biperideno, quimicamente o
3-piperidino-1-fenil-1-bicicloheptenil-1-propanol, um
agente anticolinérgico predominantemente central.
Tem atividade
nicotinolítica, antiespasmódica e midriática, bem
como, efeitos antisecretórios.
Admite-se que o
parkinsonismo seja resultante de um desequilíbrio entre
os sistemas excitatório (colinérgico) e inibitório
(dopaminérgico) no corpo estriado. Considera-se que o
mecanismo de ação das drogas anticolinérgicas de
ação central como o biperideno está relacionado ao
antagonismo competitivo da acetilcolina nos receptores
colinérgicos do corpo estriado, restabelecendo então, o
equilíbrio.
A ação anticolinérgica
central do biperideno é bastante acentuada e a sua
atividade espasmolítica significativamente mais
miotrópica do que a da atropina.
O efeito nicotinolítico
do biperideno é mais intenso do que os demais preparados
usados até agora no tratamento do parkinsonismo.
Absorção: a absorção
do biperideno é rápida e quase completa quando
administrado em comprimido de liberação imediata, o que
está de acordo com os estudos experimentais em animais.
Concentrações plasmáticas mensuráveis foram obtidas
depois da administração de 4 mg de cloridrato de
biperideno. Dependendo das concentrações máximas do
estudo, são observadas concentrações aproximadas entre
3 e 6 mg/ml, 1 a 1.5 horas depois da administração.
Distribuição: o
biperideno é distribuído em um volume razoavelmente
grande. Assumindo-se uma absorção completa, o volume
total de distribuição depois de 4 mg de hidrocloreto de
biperideno administrado em comprimido de liberação
imediata é calculado como sendo de 2600 l a 4030 l. O
volume de distribuição depois de uma dose intravenosa
única de lactato de biperideno é de aproximadamente
1760 l.
Metabolismo: o principal
metabólito do biperideno é produzido através de
hidroxilação. Entretanto, existe uma correlação entre
a capacidade metabólica determinada geneticamente e a
biodisponibilidade. Não foi detectado biperideno
inalterado na urina. Estimou a biodisponibilidade
sistêmica em 29% (método de Gibaldi). Grimaldi (1986)
comparou a administração intravenosa única com a
administração oral única, ambas de 4 mg, e encontrou
um valor de 33%.
Eliminação: depois de
uma dose oral única de 2 comprimidos de Akineton®
(equivalentes a 4 mg de cloridrato de biperideno), a
depuração do biperideno eqüivale a 145 l/h e 170 l/h e
é predominantemente metabólica.
Foi demonstrada uma
meia-vida terminal depois de uma dose intravenosa única
de 4 mg de lactato de biperideno de 24 horas, enquanto
que depois de uma dose oral única de 2 comprimidos de
Akineton® (equivalente a 4 mg de cloridrato de
biperideno) ela foi de 10 - 22 horas. Foram obtidos
valores de 16 - 33 horas depois de dosagem múltipla (2 x
2 mg de Akineton® comprimidos durante 6 dias). Estes
dados foram determinados em indivíduos jovens sadios.
As diferenças nas
meias-vidas são devidas às técnicas de medição
(pequenas concentrações durante a fase de eliminação)
e à variação na capacidade metabolizadora determinada
geneticamente.
Indicações:
- Síndrome
parkinsonianas, especialmente associadas a rigidez e
tremor.
- Sintomas extrapiramidais
como discinesias precoces, acatisia e estados de
parkinsonismo induzidos por neurolépticos e outros
fármacos similares.
- Outros transtornos
motores extrapiramidais como distonias generalizadas e
segmentares, síndrome de Meige, blefarospasmo e
torcicolo espasmódico.
- A forma de uso
parenteral é particularmente útil nos casos de
intoxicação por pesticidas organofosforados e na
intoxicação nicotínica.
Contra-indicações:
Akineton® está
contra-indicado de forma absoluta em pacientes portadores
de glaucoma agudo (não tratado), obstrução mecânica
do trato gastrintestinal, megacólon e íleo.
Akineton® está
contra-indicado de forma relativa em pacientes portadores
de adenoma de próstata e em enfermidades que possam
induzir a taquicardia grave.
Alergia ao biperideno ou a
qualquer componente do produto.
Hipertrofia prostática e
doenças que podem promover taquicardia grave são
contra-indicações relativas.
A forma comprimido RETARD
4 mg está contra-indicada para crianças.
Precauções:
Uso em crianças: Para
crianças deverá ser administrada a forma comprimidos de
2 mg e de solução injetável.
Uso na Gravidez: Não
existem indicações de grande risco de má-formação
fetal através de Akineton® . Recomenda-se, no entanto,
evitar o uso durante e especialmente nos primeiros 3
meses de gravidez, por falta de estudos específicos.
Uso na Lactação: Os
agentes anticolinérgicos podem inibir a lactação.
O biperideno é excretado
pelo leite materno atingindo uma concentração similar
ao do plasma. Não se conhece a natureza e o grau de
metabolização no recém-nascido, por conseguinte,
recomenda-se a descontinuação da amamentação durante
o tratamento com Akineton® .
Gerais:
Em casos isolados,
especialmente no caso de pacientes com aumento da
próstata, Akineton® pode causar desconforto ao urinar,
raramente levam à retenção urinária. Neste caso o
paciente deve informar imediatamente ao seu médico.
Deve-se ter cuidado na
dosagem de Akineton® em pacientes com tendência elevada
a cãibras.
Efeitos secundários
ocorrem principalmente no início do tratamento ou quando
se aumenta a dose administrada de forma rápida.
Caso seja necessário
descontinuar o tratamento, é recomendável uma redução
gradual, principalmente, se o paciente tiver feito uso da
medicação por longo tempo, pois existe o perigo de uma
contrarregulação excessiva, exceto quando aparecem
complicações graves.
A pressão intraocular
deve ser avaliada periodicamente durante tratamento
prolongado com Akineton® .
No caso de haver forte
secura na boca, pode-se aliviar o desconforto bebendo
freqüentemente pequenas quantidades de líquido ou
mastigando chiclete sem adição de açúcar.
A ingestão de bebidas
alcoólicas deve ser evitada durante o tratamento com
Akineton® .
Foram descritos casos
isolados de abuso/dependência com Akineton® em razão
de seu efeito estimulante humoral e euforizante, que
ocorrem de forma ocasional e transitória.
Os efeitos secundários a
nível do sistema nervoso central e periférico,
sobretudo quando se combina Akineton® com outros
medicamentos de ação central, anticolinérgicos e
álcool diminuem a capacidade para a condução de
veículos motorizados e para operar maquinários.
Interações
Medicamentosas:
A administração
simultânea de Akineton® com outras drogas de efeito
anticolinérgico, como psicofármacos, antihistamínicos,
antiparkinsonianos e espasmolíticos pode potencializar
os efeitos colaterais a nível do Sistema Nervoso Central
e periférico.
A administração
concomitante de quinidina pode aumentar o efeito
anticolinérgico (especialmente a nível da condução
AV).
A levodopa pode
potencializar as discinesias, quando administrada
juntamente com Akineton® .
A discinesia tardia
induzida pelos neurolépticos pode aumentar
ocasionalmente após a administração de Akineton® .
Não obstante, os sintomas parkinsonianos são tão
graves em alguns pacientes com discinesia tardia que
obrigam a manter o tratamento anticolinérgico.
Os anticolinérgicos podem
potencializar os efeitos colaterais da petidina a nível
do SNC.
Akineton® aumenta o
efeito do álcool.
O efeito de metoclopramida
(medicamento para o tratamento de mal-estar e outros
distúrbios gastrintestinais) e combinações similares
com efeitos sobre o trato gastrintestinal é diminuído
por anticolinérgicos como Akineton® .
Reações Adversas:
Entre as reações
adversas a nível do Sistema Nervoso Central
encontram-se: cansaço, náusea e obnubilação; quando
se administra doses mais elevadas se observa agitação,
confusão e transtornos ocasionais da memória e,
raramente alucinações.
As reações adversas a
nível periférico consistem em secura da boca,
tumefação das glândulas salivares, midríase com
fotofobia, transtornos de acomodação visual,
diminuição da sudorese, constipação, transtornos
gástricos, aumento da freqüência cardíaca e, em raros
casos, bradicardia.
A administração
parenteral de Akineton® pode provocar, em certas
ocasiões, diminuição da pressão arterial.
Foram relatados alguns
casos de erupções cutâneas e discinesias induzidas por
Akineton® . Ocasionalmente, em especial, em pacientes
com adenoma prostático, podem ocorrer transtornos da
micção (deve-se reduzir a dose), ou mesmo, retenção
urinária (antídoto: Carbacol).
Posologia:
O tratamento com
Akineton® deve ser iniciado com aumento gradativo das
doses em função do efeito terapêutico e dos efeitos
secundários.
A experiência com
Akineton® em crianças é limitada e é baseada,
fundamentalmente, no tratamento transitório das
distonias provocadas por medicamentos (ex. por
neurolépticos, metoclopramina e compostos similares).
Maior atenção deve ser
dispensada aos pacientes com idade avançada, sobretudo,
se apresentam sintomas orgânicos cerebrais.
? SÍNDROMES
PARKINSONIANAS:
Adultos:
· Comprimidos - 2 mg:
A dose inicial usual é de
? comprimido de Akineton® , duas vezes ao dia
(correspondendo a 2 mg de cloridrato de biperideno/dia).
Esta dose pode ser aumentada diariamente em 2 mg de
cloridrato de biperideno (1 comprimido). Como dosagem de
manutenção tomar ? - 2 comprimidos, 3 a 4 vezes ao dia
(correspondendo a 3 - 16 mg de cloridrato de biperideno).
A dosagem máxima diária de 16 mg (8 comprimidos/dia)
não deverá ser ultrapassada.
· Solução injetável -
5 mg/1 ml:
Nos casos graves e fase
aguda, a dose média recomendada é de 10 - 20 mg (2 - 4
ampolas), por via intramuscular ou intravenosa lenta, que
deverá ser distribuída uniformemente ao longo do dia.
? TRANSTORNOS
EXTRAPIRAMIDAIS MEDICAMENTOSOS:
· Comprimidos - 2 mg:
Adultos:
A dose usual a ser
administrada é ? a 2 comprimidos por via oral, 1 a 4
vezes ao dia (correspondendo a 1 - 8 mg de cloridrato de
biperideno), associada à terapia neuroléptica,
dependendo da intensidade dos sintomas.
O ajuste do tratamento
anticolinérgico de outros distúrbios motores
extrapiramidais é feito lentamente, através de aumento
semanal da dosagem inicial de 2 mg de cloridrato de
biperideno até alcançar a dosagem de manutenção
tolerada, que também poderá ultrapassar em muitas vezes
as dosagens usuais recomendadas em outras indicações.
Crianças (de 3 - 15
anos):
Para o tratamento de
sintomas de transtornos extrapiramidais medicamentosos,
as crianças receberão, acompanhando o neuroléptico, ?
a 1 comprimido, 1 a 3 vezes ao dia (correspondendo a 1- 6
mg de cloridrato de biperideno/dia).
· Solução injetável (5
mg/ml):
Adultos:
Para obter uma evolução
rápida dos sintomas administra-se uma dose por via
intramuscular ou intravenosa lenta de 2,5 - 5 mg de
Akineton® no adulto. Em caso de necessidade, pode-se
repetir esta mesma dose após 30 minutos. A dose máxima
diária de Akineton® é de 10 - 20 mg.
Crianças:
Até 1 ano de idade: 1 mg
de lactato de biperideno (0,2 ml).
Até 6 anos de idade: 2 mg
de lactato de biperideno (0,4 ml).
Até 10 anos de idade: 3
mg de lactato de biperideno (0,6 ml).
Lentamente por via
intravenosa.
Em caso de necessidade,
pode-se repetir esta mesma dose após 30 minutos.
? INTOXICAÇÕES POR
NICOTINA:
1 - 2 ml da solução
injetável (correspondendo a 5 - 10 mg de lactato de
biperideno) por via intramuscular.
Em casos críticos,
recomenda-se 1 ml da solução injetável (correspondendo
a 5 ml de lactato de biperideno) por via intravenosa
(adicionalmente às medidas usuais).
Para prosseguir com um
tratamento oral encontram-se a disposição Akineton®
comprimidos e Akineton® retard.
Nas intoxicações por
compostos organofosforados, a dose de Akineton® deve ser
ajustada individualmente, em função do quadro tóxico.
Recomenda-se administrar 5 mg (1 ml) de Akineton® , por
via intravenosa lenta, várias vezes, até o
desaparecimento dos sinais de intoxicação.
? SÍNDROMES
PARKINSONIANAS E TRANSTORNOS EXTRAPIRAMIDAIS
MEDICAMENTOSOS:
· 4 mg retard -
comprimidos revestidos:
A princípio deve-se
administrar Akineton® comprimidos 2 mg, aumentando
gradativamente a dose até obter-se resultado
satisfatório; só então se trocará o tratamento para
Akineton® 4 mg retard - comprimidos revestidos.
A experiência indica que
a dose média para adultos é de 1 a 2 comprimidos
revestidos ao dia, até o máximo de 3 comprimidos
revestidos ao dia. As doses deverão ser distribuídas ao
longo do dia (administrando-se sempre um comprimidos
revestidos pela manhã).
Superdosagem:
Como conseqüência da
superdosagem podem ocorrer de modo mais pronunciado
aqueles efeitos indesejáveis descritos sobre
"Reações adversas". Em caso de suspeita de
superdosagem, procurar imediatamente o seu médico, para
que ele possa decidir sobre o procedimento a ser tomado
em seguida.
Recomenda-se utilizar como
antídoto um inibidor de esterase de acetilcolina,
especialmente a fisostigmina que penetra no LCR e
antagoniza a sintomatologia central (ou salicilato de
fisostigmina em caso de teste de fisostigmina positivo).
Se necessário, deve-se instituir terapia sintomática e
de suporte cardiocirculatório e respiratório
(respiração com oxigênio), elimina-se o calor em caso
de febre e coloca-se um cateter vesical.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM
RETENÇÃO DA RECEITA.
N.º do lote, Data de
fabricação e Prazo de validade: vide cartucho.
Reg. MS n.º 1.0116.0001
Farm. Resp.: Marcio
Machado - CRF-RJ N.º 3045
KNOLL Produtos Químicos e
Farmacêuticos Ltda.
Estrada dos Bandeirantes,
2400 - Rio de Janeiro - RJ
CNPJ: 33.258.450/0001-38 -
INDÚSTRIA BRASILEIRA
Fabricado sob licença de
KNOLL AG - Ludwigshafen/Reno - Alemanha
BASF PHARMA - Logotipo da
KNOLL
Solução injetável
fabricada por
Knoll Colombiana S.A.
Laboratório Farmacêutico
Calle 100 n.º 51 - 41
Santafé de Bogotá,
Colômbia
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